Acesse o Relatório Anual do Conselho Nacional de Justiça de 2012, clicando AQUI
30 de jan. de 2013
CNJ - Relatório Anual de 2012
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26 de nov. de 2012
A sociedade pede juízes obreiros e não gênios
"A sociedade pede juízes obreiros e não gênios"
Regulação do CNJ sobre Concursos Públicos para Magistrados
25 de nov. de 2012
Formação de magistrados
A Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) realiza na segunda-feira (26/11), em Brasília, reuniões com os diretores das escolas de magistratura para apresentar os projetos que estão sendo propostos pela atual Diretoria-Geral conduzida pela ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon. Os projetos são voltados ao aprimoramento na formação dos magistrados. A formação e a capacitação de magistrados e servidores do Judiciário é hoje um dos principais focos da atuação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Agência CNJ de Notícias
31 de ago. de 2012
Tese: Apoio ao Juiz
16 de ago. de 2012
Gestão Pública: Informática e Inovação
O CONIP - Congresso de Informática e Inovação na Gestão Pública - é o principal evento brasileiro de governo eletrônico que reúne as principais lideranças públicas responsáveis pelos projetos de modernização da gestão governamental e os principais fornecedores de soluções de TI para governos.
O CONIP é um evento consolidado, com 18 anos de existência, e reconhecido como o principal fórum de inovação que aponta as tendências de uso de tecnologias na gestão pública. Tradicionalmente os temas discutidos no CONIP passam a fazer parte da agenda de TIC dos governos. SAC (Serviço de Atendimento ao Cidadão), Pregão Eletrônico, Portais de Governo, Software Livre, Mobile Government e Dados Abertos são temas que apareceram pela primeira vez nos eventos CONIP e hoje já fazem parte das políticas públicas de serviços ao cidadão.
Veja a programação no site do evento.
10 de ago. de 2012
Palestra sobre o PJE para os advogados
Os desembargadores do TRT-MG, Ricardo Antônio Mohallem, presidente do Comitê Gestor Regional do Processo Judicial Eletrônico (PJe-JT), e José Eduardo de Resende Chaves Júnior, e o juiz substituto Fabiano de Abreu Pfeilsticker, acompanhados de diretores e assessores, deram seqüência hoje, dia 9, na sede da OAB-MG, à interlocução com os usuários externos do PJe, desta vez, os advogados mineiros.
Na abertura dos trabalhos, o advogado Carlos Schirmer Cardoso deu boas vindas aos visitantes, falou da importância da interlocução entre as instituições nesse momento histórico e disse sentir-se orgulhoso por integrar o sobredito comitê. Ricardo Mohallem, por sua vez, comparou os encontros como os de hoje a esteiras de veículos novos, onde são apresentadas as novidades. Para ele, o PJe representa uma mudança extremamente necessária, que vai contornar três problemas importantes dos grandes centros urbanos em dias atuais: deslocamentos, espaço e tempo, pois, com ele, o processo pode ser instaurado e movimentado em qualquer dia, a qualquer momento, sem deslocamento até a unidade judiciária na qual tramita, com ganhos para toda a sociedade. Ele convidou os advogados a adotarem e participarem do PJe, que é de todos.
Já o desembargador José Eduardo de Resende Chaves Júnior, na qualidade de estudioso e partícipe, desde o início, do desenvolvimento do Processo Judicial Eletrônico, assegurou que, na verdade, o PJe não representa uma mudança corriqueira, do dia-a-dia do advogado, mas sim uma mudança de paradigma.
Coube ao juiz substituto Fabiano de Abreu Pfeilsticker mostrar as funcionalidades do PJe que são de interesse dos advogados, e demonstrar as telas do sistema, de fácil compreensão.
Para o presidente da OAB-MG, Luís Cláudio Chaves, que prestigiou o evento, essa parceria empreendida com o intuito de difundir o PJe é fundamental para manter a celeridade da prestação jurisdicional, que é, segundo ele, a marca da Justiça do Trabalho em Minas.
A adesão oficial da Justiça do Trabalho ao PJe aconteceu em 29 de março de 2010, com a celebração do Termo de Acordo de Cooperação Técnica nº 51/2010 entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT). A primeira versão do PJe para a Justiça do Trabalho (PJe-JT) priorizou a fase de execução das ações trabalhistas. Após o desenvolvimento de funcionalidades e treinamento de servidores, o módulo piloto do sistema foi lançado em Cuiabá-MT em 10 de fevereiro de 2011. A primeira unidade judiciária a instalar o PJe-JT de forma piloto foi a de Navegantes, em Santa Catarina, inaugurada em 5 de dezembro de 2011. Em Minas, o PJe-JT será implantado no dia 5 de setembro próximo, na Vara do Trabalho de Nova Lima e na 1ª Seção Especializada em Dissídios Individuais (Mandado de Segurança).
O PJe da Justiça do Trabalho, em Minas, é administrado, nos aspectos relacionados à sua estrutura, implementação e funcionamento, por um Comitê Gestor Regional, presidido, conforme já dito, pelo desembargador Ricardo Mohallem, e integrado pelo juiz substituto Fabiano de Abreu Pfeilsticker, o procurador do trabalho Genderson Silveira Lisboa, o advogado Carlos Schirmer Cardoso, os diretores do TRT Sandra Pimentel Mendes (Judiciária), Gilberto Atman Picardi Faria (Informática) e Adalberto Mendes Salles (19ª VT). (Fotos: Leonardo Andrade)
Fonte: TRT3
8 de ago. de 2012
ACATE - Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia
A Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) atua, desde 1986, em prol do desenvolvimento do setor de tecnologia do Estado de Santa Catarina. Ao longo da sua atuação, a ACATE se consolidou como uma das principais interlocutoras das empresas catarinenses de tecnologia junto aos poderes públicos municipais, estaduais e federal, além de outras entidades representativas e instituições do setor tecnológico, não apenas em Santa Catarina, mas no Brasil.
• Área Contábil
• Área Jurídica
• Automação Comercial
• Aviação
• Bancos e Financeiras
• Educação
• Energia
• Engenharia e Construção
• Entretenimento
• Equipamentos Eletrônicos/Elétricos
• Gestão Empresarial
• Governança Corporativa
• Governo Eletrônico
• Indústria
• Infraestrutura de Hadware e Redes
• Internet e Serviços
• Jogo
• Mídia
• Negócios Eletrônicos
• Saúde
• Segurança da Informação
• Socioambiental
• Software Embarcado
• Software Outsourcing
• Telecomunicações
A ACATE é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 1º de abril de 1986, em Florianópolis, com a denominação inicial de Associação Catarinense de Empresas de Telemática e Eletrônica. Foi declarada de utilidade pública em âmbito municipal e estadual. Inicialmente sua atuação e abrangência concentrava-se na região da Grande Florianópolis, com algumas empresas de outras regiões. Com seu crescimento, passou a atuar com associados em todas as regiões do Estado, em especial nos polos tecnológicos de Blumenau, Joinville e Florianópolis.
• Lei nº 7238/88, declara a utilidade pública da ACATE (Estado de Santa Catarina)
A ACATE representa o setor tecnológico catarinense em conselhos institucionais e junto a entidades empresariais.
Representação Institucional
• Conselho das Entidades Empresariais da Grande Florianópolis
• Conselho da FAPESC
• Conselho Fiscal do IEL-SC
• Conselho Diretor do CEFET-SC
• Conselho Setorial de TIC de SC
• Conselho das Incubadoras de São José e Biguaçu
• Conselho Pedagógico da Univali e Senai/CTAI
Representação Empresarial
• Presidência do CETIC-SC
• Conselho do Banco do Empreendedor
• Diretoria APL TIC em SC
Fonte: http://www.acate.com.br
1 de ago. de 2012
Marco Civil da Internet: declaração de apoio
Em nome da ISOC Brasil,
Carlos A. Afonso
Presidente
25 de mai. de 2012
II Fórum da Internet
26 de abr. de 2012
Governo lança portal de dados abertos: possibilidade de mashup
O portal faz parte da política brasileira de dados abertos, criada a partir da Parceria para Governo Aberto (Open Government Partnership-OGP), e constitui ferramenta fundamental para o acesso e o uso dos dados abertos do governo federal, por parte da sociedade. A divulgação de dados abertos é preconizada também na Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527).
Fonte: http://dados.gov.br/
Os dados abertos permitem o uso das técnicas de Mashup, que a partir do cruzamento de dados é possível a criação de soluções criativas e de baixo custo por parte de desenvolvedores profissionais ou outros interessados.
Um exemplo de aplicação de dados públicos e da técnica do mashup pode ser visto no artigo:
ADVERTMAPS: UM MASHUP DOS DADOS DE ÓBITOS COM UM APLICATIVO DE MAPAS PARA APOIO AO GOVERNO ELETRÔNICO
RUSCHEL, Aírton José; SILVEIRA, Nelson Luiz Rocha; ROVER, Aires José; COELHO, Christianne Coelho de Souza Reinish. ADVERTMAPS: Um mashup dos dados de óbitos com um aplicativo de mapas para apoio ao Governo Eletrônico. In: V Conferência Sul-Americana em Ciência e Tecnologia aplicada ao Governo Eletrônico-CONeGOV, 2009, Florianópolis. Anais 2009 - V CONeGOV. Florinópolis : Editora Digital Ijuris, 2009. (pp. 433-443) ISBN 9788589587235
Disponível no post do blog
25 de mar. de 2012
III Colóquio de Direito Informacional na UFSM
O Professor apresentou-nos o uso das TICs no Poder Judiciário, como possibilidade deste aprimorar sua função de viabilizar direitos que o Estado garante mas não proporciona diretamente; também ressaltou que o E-Gov pode criar espaços de acessibilidade e prestação de contas do governo aos cidadãos. Mas lembrou que, ainda que os progressos existam nestes quesitos, tudo pode ser aprimorado e depende da maneira como as TICs são utilizadas nos programas.
Quais os pontos frágeis da utilização das TICs pelo Judiciário?
as informações estão mais acessíveis – os clientes trazem questões sobre os acontecimentos do processo, que podem acompanhar de seus computadores pessoais, e isso traz novas dificuldades aos advogados das partes, que necessitam acompanhar grande volume de processos por vez;
os sites do Judiciário proporcionam mais informação do que interação;
não há pesquisa de satisfação sobre páginas do Judiciário;
não há dados administrativos, que oportunizariam maior conhecimento ao cidadão quanto às atividades, funcionamento e gastos do Judiciário, e ampliariam o poder de fiscalização sobre os órgãos públicos;
o sistema de processo eletrônico reproduz o que já estava presente no papel, inclusive a linguagem técnica que o mantém distante e um tanto inacessível ao cidadão;
os funcionários do Judiciário nem sempre estão aptos ou preparados a lidar com as novas tecnologias (imprime-se os processos para leitura, usa-se diversas telas em busca de organização), bem como com as doenças que elas podem causar (dores nas articulações e na coluna, problemas de visão…).
10 de fev. de 2012
22 de jan. de 2012
III Colóquio de Direito Informacional - UFSM - Santa Maria - RS
Site do Núcleo de Pesquisas
21 de jan. de 2012
1º Encontro do Gedel em Florianópolis
para realizar o primeiro encontro presencial.
A confraternização foi no Café das Artes, na Esteves Júnior, 734, em Florianópolis, às 19:30 horas.
- Alexandre Golin Krammes - Engenheiro do Conhecimento
- Aírton José Ruschel - Antropólogo e Engenheiro do Conhecimento
- Sebastião Tavares Pereira - Juiz do Trabalho de SC
- João Alexandre Dobrowolski Neto - Juiz do TJSC.
15 de jan. de 2012
Gestão cooperativa no judiciário
Modelo industrial transforma justiça em produto
Resolução pretende estimular gestão cooperativaA mídia ainda não percebeu o que está em disputa na crise atual do Poder Judiciário. Nem é tanto a resistência das cúpulas estaduais dos tribunais brasileiros ao CNJ, embora, sem dúvida, exista também muito desse ingrediente na receita do caldo que entornou. Tampouco não passa pelo combate à corrupção interna, que existe, sim, sem qualquer dúvida, e os juízes têm resistência em acreditar, mas, na sua esmagadora maioria, desejam a punição exemplar daqueles poucos que maculam a toga, pois estão convencidos de que essas exceções se tornam regra na percepção da sociedade, e isso acaba atingindo a todos, indistindamente, no Judiciário.
A grande crítica interna que se faz à atuação do CNJ não reside, pois, nos episódios mediáticos que ocorreram no fim de ano, envolvendo a Corregedoria Nacional de Justiça, as associações nacionais de magistrados e o Supremo Tribunal Federal. A grande insatisfação da magistratura reside, sim, no modelo de gestão adotado pelo Conselho Nacional de Justiça.
Jurisdição e gestão são duas idéias umbilicalmente imbricadas. O Judiciário sem gestão, sem ferramentas de mensuração de desempenho, sem análises e diagnóstico da litigiosidade, é como uma nau à deriva no meio do oceano dos conflitos sociais, sem bússola, em busca do primeiro porto. Não há, evidentemente, justiça à vista, nem terra de segurança jurídica nessas circunstâncias.
Por falta de pesquisa acadêmica ou institucional a respeito, e de preparo dos juristas para lidar com o tema da gestão, acabaram emplacando os modelos concebidos para a iniciativa privada, alguns até com pretensão científica.
A partir de então foram estabelecidas metas, o que é natural, pois toda atividade humana - até o lazer - deve ter um objetivo. Não é possível que os juízes brasileiros exerçam sua função com uma idéia de abstrata de fazer justiça, mas sem a menor idéia de como enfrentar concretamente o tsunami - para continuar nas metáforas marítimas - de processos.
A receita privada de gestão priorizou os dados estatísticos, a abordagem quantitativa e economicista, e, principalmente, o viés de competição, incorporando o espírito concorrencial de mercado, instituindo-se inclusive rankings e prêmios.
Nessa mesma onda surgiu o processo eletrônico, como ferramenta para potencializar a produção, com a automatização de rotinas e redução de custos com recursos humanos. O maior potencial de emancipação que o processo eletrônico carrega, que é romper com o medieval princípio da escritura (quod non est in actis non est in mundo), cristalizado desde o século XIII e que separa os autos do mundo - ou seja, descompromete a justiça com a sociedade - restou praticamente intocado. O revolucionário no processo eletrônico é justamente a possibilidade de conectar os autos ao mundo, e tornar os cidadãos beneficiários da inteligência coletiva da rede também no momento de reivindicar judicialmente seus direitos.
Quem primeiro sentiu a inadequação do modelo privatista foram os advogados. Sentiram na pele de seus clientes o resultado de uma justiça modernosa, ligeira e sem compromisso com a efetivação dos direitos. A prioridade passou a ser o ranking estatístico, não o direito tutelado.
A resposta para superar a concepção tradicional de justiça, morosa e conservadora não parecia ser o padrão empresarial. Na verdade esse modelo de produção industrial em série, acaba por transformar a justiça em produto e os direitos em mercadoria. Os cidadãos, neste modelo, são reduzidos a mero consumidores.
Mas há luz no final do túnel. O CNJ em novembro de 2011, após um ano de desenvolvimento de projeto, aprovou a Recomendação nº 38, para instituir a Rede Nacional de Cooperação Judiciária, que foi inclusive transformada na meta geral nº 4 para 2012, consagrando um novo paradigma, que pode propiciar uma mudança estrutural e paradigmática no Judiciário, a partir da transformação do modelo competitivo, num modelo de gestão cooperativa.
O princípio da cooperação, uma novidade inspirada na cooperação internacional praticada na União Europeia, tem profundas implicações no intercâmbio de atos jurisdicionais, na harmonização de rotinas forenses, na colaboração para a produção das provas, na comunicação interna e externa do Poder Judiciário, mas seu reflexo mais profundo será sentido no modelo de gestão do Poder Judiciário.
A mencionada Recomendação nº 38 institui dois mecanismos singelos: (i) a figura do "juiz de cooperação" e (ii) os "núcleos de cooperação judiciária". O juiz de cooperação exercerá o papel inédito de uma espécie de mediador entre juízes, para agilização dos atos que envolverem mais de um magistrado. O núcleo de cooperação é um alvissareiro espaço institucional de diálogo e diagnóstico coletivo dos juízes, que projeta um perfil de gestão muito mais contemporâneo, participativo e democrático.
Sem abrir mão das ferramentas de mensuração de desempenho, a gestão cooperativa foca não apenas o processo, mas também o conflito social que o antecede. Não enxerga apenas o Poder Judiciário como repartição, estanque, mas opera em termos de "sistema de justiça", que envolve também os demais membros indispensáveis à administração da justiça, tais como Advogados, Defensoria e Ministério Público, além de outros órgãos públicos e organizações da sociedade civil.
É, sem dúvida, uma forma de gestão, muito mais do que simplesmente pública, senão republicana; muito mais compatível com a idéia de cidadania, antes que com a de mercado; muito mais que simples eficiência de um serviço público, mas, sobretudo, eficácia concreta de um direito legítimo.
O grande desafio será perceber se o Judiciário nacional terá capacidade para adequar-se a esta nova forma de gestão, que envolve, inclusive, uma profunda alteração cultural.
13 de dez. de 2011
Artigo: Using Web Technologies in the Discipline Law and Informatics
RUSCHEL,A.J;ROVER,A.J.;SCHNEIDER,J.. Using Web Technologies in the Discipline Law and Informatics. In: European Journal of Law and Technology – EJLT. School of Law. Queen's University of Belfast, United Kingdom. Vol 2 Nr. 1 Maio de 2011. ISSN 2042-115X.
Disponível em http://ejlt.org//article/view/44/101
Abstract
This article discusses the use of the new technologies of the information and communication (ICT) and web tools in the teaching/learning of the discipline Law and Informatics of the Course of Law of the Federal University of Santa Catarina (UFSC) in Brazil. At present there is an interest on the part of the teachers and the students to understand this work methodology, and the best approach to the interface of student/computer/teacher in a virtual environment of learning. The attending class has as function, besides the personal contact with the student, to prepare strategies that will be used in the virtual environment. In the discipline we see the beginnings of encouraging the use of the virtual environment and learning is shown to be profitable, as it will be seen in the presented elements. The student can take his experience of this discipline for the other disciplines in their law course, as well as for his academic apprenticeship and for the work environment, already as a professional of Law. The approach of the technology, in a guided way, helps the student to look for also in the virtual way, new borders and solutions for their problems.
Artigo: O Governo Eletrônico na gestão do Judiciário
RUSCHEL, Aírton José; SILVA, Cláudio Eduardo Regis de Figueiredo; ROVER, Aires José. O Governo Eletrônico na gestão do Judiciário. In: Revista da ESMESC - Escola Superior da Magistratura do Estado de Santa Catarina. Florianópolis, SC : ESMESC. v.16, n.23, 2010. ISSN 1519-8731 pp. 25-44. Disponível em http://revista.esmesc.org.br/index.php/re/article/view/2/10
Resumo: A administração pública no Brasil está sendo repensada, não só em sua atualização tecnológica e na renovação de seus processos administrativos, como também através da participação democrática em sua administração. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está realizando um grande levantamento sobre o sistema judicial com a edição de metas anuais (2009 e 2010). Um dos objetivos é a efetivação do Processo Eletrônico, através da internet. O Plano Nacional de Banda Larga irá auxiliar a promoção do governo eletrônico, e o judiciário poderá prestar seus serviços, de forma mais qualificada, com os sítios atualmente disponíveis na internet. O real impacto da execução das metas do CNJ e da aplicação do Processo Eletrônico ainda precisa ser mensurado, não apenas dentro da estrutura do judiciário, mas da própria concepção de cidadania e de sociedade, que clamam por mais justiça e democracia.
15 de nov. de 2011
Workshop EGC 2011 & CIKI
O objetivo do evento é fomentar o surgimento de novas teorias, métodos e técnicas de Gestão do Conhecimento e Gestão da Inovação, focando as pequenas e médias empresas, através do compartilhamento de conhecimentos científicos relacionados aos temas.
Acesse o site do evento: http://www.egc.ufsc.br/ciki/
2 de nov. de 2011
XII Encontro de Egov em Curitiba
----> Transmissão ao vivo acesse http://www.ejal.org/tv_ejal/
O XII Encontro Ibero Latino Americano de Governo Eletrônico e Inclusão Digital será realizado dias 3 e 4 de novembro na PUC de Curitiba.
A organização é do grupo de governo eletrônico da UFSC e da PUC-PR,
http://egov.ufsc.br/portal/
Haverá um painel sobre o E-gov no Judiciário com a participação de:
O coordenador do evento é o Professor José Renato Cella da PUC.







